VEM AÍ: EMU NA JOCUM DF




Escola de Missões Urbanas

Dados revelam que 80% das pessoas do mundo hoje vivem nas cidades, portanto se queremos ser realmente efetivo na evangelizção do mundo devemos concentrar mais de três quartos dos nossos esforços nos centro urbanos.

Podemos considerar Brasília, como a melhor representação de cidade do Brasil, pois em nenhum outro lugar temos tão forte essa atenção, essa convergência em exclusividade de atividades urbanas. Em Brasília não existe nenhuma representação significativa de produção agrícola, é um local que existe exclusivamente por escritórios, lojas, poderes. A natureza aqui é o concreto armado, o brilho intenso do sol no céu e absorvido tão somente pelo preto opaco do asfalto, as pessoas não são daqui, e os poucos que são não sabem como se definirem. No Distrito Federal não houve êxodo rural porque não existe zona rural, e mesmo assim tem a maior densidade demográfica do Brasil: 400,73 pessoa por kilometro quadrado, temos aqui o maior canteiro de obras das Américas (águas claras) perdendo apenas pra China no ranking mundial. Temos também a maior renda per capita do Brasil com 19.071,29, a menor taxa de analfabetismo 3,1%, por aí vamos numa cidade que só existe em dias úteis e em horários de expediente.

Como se faz missões em um local assim? Que estratégia usar se não existem famintos? Existe a necessidade de trabalho evangelistico em centro urbanos ou Deus instituiu missões aos pobres, faminto e sem alfabetização? O que justifica missões, e como faze-la onde ela parece desnecessária?

A Escola de Missões Urbanas responde a essas e outras perguntas, prepara desejosos por uma transformação, para que em meio a um intenso ativismo e ter importando mais que ser para fazer Deus conhecido onde o mundo o descrimina como desnecessário, com aulas sobre: teologia da cidade, cosmovisão, geopolítica e missões, evangelismo, liderança, sociologia, assistência social, planejamento, capelania escolar muito mais. Com tempo pratico e instrutores renomados de todo o Brasil. Não perca essa ótima oportunidade de ser mais eficiente no cumprimento do seu chamado, prepare-se com apenas uma aula por semana, aos sábados pela manhã durante quatro meses. Maiores informações ligue para (61) 3202-6233, 3201-6214 falar com o René ou pelo e-mail: emu-df@hotmail.com.

Missões se faz para cumprir a ordenança de Deus, Ele sabe onde existe a necessidade, por isso sua ordem foi: “ide por todo o mundo” isso inclui os lugares ricos e os pobres, devemos falar aos doutores e aos indoutos, se não é possível faze-la em sua forma clássica, à maneira que funcionou no século passado Deus compartilha novas forma, a ordem é uma só: FAÇA MISSÕES.

Apesar de todos estes aspecto de urbanicidade em Brasília, missões se faz necessária aqui nas esquinas de prostituição no setor comercial sul, nos play boys que se aparecem fazendo pegas com seus carros turbinados pelas ruas largas da cidade, nos bastidores do poder onde a corrupção impera, nas escolas e universidades que só programam seus alunos a serem o que a necessidade obriga e os impedem de ter a relevância que importa, se faz necessária nas igrejas que existem para um fim: formação de império pessoal, sem falar na pobreza e miséria, nos poucos que existem na cidade de maior custo de vida do país se sentem engolidos, esmagados junto com suas casas que caem por que foram construídas em invasões, existe a necessidade de se fazer missões onde Deus nos compartilha, escute faça missões em Brasília DF.

ETED 300




"ETED 300, é uma alusão à coragem e determinação dos 300 soldados espartanos que desafiaram o Império Persa e toda sua força militar com milhares de combatentes.Não é nada de apologia à filosofia grega ou enaltecimento da guerra ou militarismo."




Essa Escola convoca pessoas que sentem que não podem continuar inerte ao caos, mas que anseiam e querem trabalhar por ver a manifestação da verdade, justiça e graça de Deus nessa geração.É proposto que nessa edição da ETED, os alunos tenham oportunidades de grandes desafios de aprendizado e prática, como por exemplo pioneirar novas frentes (locais) de trabalho da missão.Outra grande oportunidade é a possibilidade de termos o tempo prático (2 meses) em CUBA.Temos a convicção da necessidade de que os cristãos se levantem com atitude profética e não apenas palavras e "atos" proféticos.




O Brasil é o segundo maior país "evangélico" do mundo, no entanto a realidade da sociedade e da igreja se assemelha a qualquer nação "pagã" se considerarmos a atmosfera de corrupção, impunidade e desigualdade, pois esse é o nosso atual legado a ser deixado às próximas gerações.




Eis uma oportunidade de ir além de fazer comentários ou manifestações de repúdio às aberrações praticadas em nome de Deus, (principalmente pelos que ocupam cargos de liderança), que servem na maioria das vezes somente para amparar nosso orgulho inútil de dizer; "não sou como eles".Disponha-se, e tenha uma grande experiência pessoal sendo útil aos outros... vivendo o evangelho de forma prática, desafiadora e empolgante.




ETED é um curso de JOCUM, que existe em mais de 100 países com intuito de preparar jovens para desafios relevantes no reino e na sociedade, desempenhando um papel de influência, comunicando valores e despertando outros jovens à "Conhecer a Deus e Fazê-lo Conhecido".




A ETED é de tempo integral acontece em 5 meses. 3 meses de um período teórico e 2 meses de um período prático em alguma região do Brasil ou exterior.
A ETED "300" terá início em Julho de 2008, na Base da JOCUM do Distrito Federal.Obtenha mais informações : eteddf@hotmail.com

EU PREFIRO MORRER DO QUE PERDER MINHA VIDA

Parece comedia, e seria se não tivesse sido professado por frei Tito, um dominicano que escolheu a morte, antes de perder a própria vida, durante a ditadura militar no Brasil ele lutou pela causa do pobre e oprimido, sendo taxado de padreco comunista, entre uma tortura e outra.

Mas eu citei a sua fala, não para falar sobre ele, mas sim para expor um ponto que quando não analisado é intencionalmente esquecido, não podemos analisar nossa vida como algo simplesmente material, não estamos vivos simplesmente por termos um coração batendo e um celebro parcialmente ativo, estamos vivo porque a única fonte de toda a existência da vida um dia foi derramada sobre nós, Joel profetizou: “e derramarei meu espírito sobre toda a carne” e por conta do Deus que habita em nós podemos respirar do mesmo fôlego soprado por ele ao barro imóvel. Então essa vida deveria nos impelir a algo que fosse maior que nós, quando não temos atitudes que nos levam além de nós, não temos vida, perdemos tudo aquilo que um dia ganhamos em Deus deixamos nossas vidas e somos transformados em agente combustores do oxigênio, quando frei Tito não pôde fazer mais nada pela causa que um dia ele havia sonhado, entregou-se a morte.

Se eu esperasse essa atitude dos que se intitulam filhos de Deus, ele seria estério, pra Deus nada vale carregarmos a carteirinha de filho do pai se não faço nada para demonstrar essa filiação, não defendo, por ser anti-bíblico, que aquilo que eu faço me rende algum beneficio diante daquele que fez e mantêm todas as coisas, mas defendo de que uma vida só pode existir se ela for além dela mesma, Jesus nós desafiou dizendo: “quem crer em mim fará obras maiores do que as minhas”

Antes de perder minha vida, simplesmente existindo, vendo os anos passarem, eu prefiro me entregar a morte todos os dias por amor àqueles que ainda não tem vida, que ainda não tiveram a oportunidade de viver em Deus toda a vida que o compactuar com a ação divina traz, dele para nós e dele em nós, e do que de nós para os outros pode gerar em nós. Aquilo que eu ganho ao viver, nenhuma morte pode me tomar.

O MEDO QUE EU TENHO





Estive pensando sobre isso esses dias, pensando sobre aquilo que me aflige à noite, aquilo que vem para me tirar o sono, qual é o meu temor? E eu pensei em varias variáveis, porem nenhuma delas me trouxe convicção, descobri que eu não tenho medo da morte, pois afinal quando ela chegar eu vou pra casa, a vida também nunca me assustou, se fosse assim eu já a teria tirado de mim, mesmo sabendo que ela não me pertence. Posso ter medo das pessoas que me cercam, mas quando eu não permito que elas me cerquem eu não preciso ter medo, todas as pessoas são inofensiveis quando não me envolvo com elas, quando não as amo.

Mas será se é verdade, será se sou realmente desprovido de medo? Será se desconheço a antítese da coragem, e de onde vem essa minha força, onde se baseia meu sentimento seguro, será que não existe nada diante de min que mereça ser temido? Como encontrar o meu temor? Será que terei que experimenta-lo, me decepcionar, ter uma experiência frustrante, experimentar um aperitivo ruim, para descobrir que não quero mais isso? Talvez sim, talvez eu nunca aprenda sobre medo com as experiências dos outros, como uma criança nunca aprende a caminhar com as quedas das outras, talvez eu precise da minha própria queda, do meu próprio tombo que me ensine sobre o medo sobre a vida, e vai mostrar que eu realmente tenho coragem porque tentei dar o meu próximo passo apesar das quedas.


E Deus, onde fica com toda essa historia de medo? O que ele pensa como ele queria que eu agisse, ele me dotou com esse sentimento, porem disse que ele é o amor, e na sua palavra está escrito que o verdadeiro amor lança fora todo o medo, e diz também que aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor (1 Jo 4:18) então como são essas coisas, como Deus me dá um sentimento que se eu usa-lo anulo a Ele? Na verdade entendi que o medo em si mesmo é desnecessário, esse medo que nos impede de caminhar, que nos faz ficar debaixo do lençol, que nos impele aquele grito desesperado por mãe, tudo isso diante de Deus é realmente desnecessário, inútil, e anulamos a Deus realmente quando o sentimos.


Existe um medo que é necessário, e suas características não incluem sustos em que nosso coração fica disparado e nossos nervos à flor da pele, é um medo que segue um caminho oposto, um medo que é o espelho para que a coragem exista, sabe aquela frase: levante-se pra cair de novo, eu tenho medo da minha próxima queda, porem tenho a consciência de que só posso vivê-la se estiver de pé, e desse tipo de medo que precisamos, e sempre devemos senti-lo, um medo motivador, aquele gostoso frio na barriga que dar ao pensar: eu não sei se vai dar certo, mas eu vou fazer para que dê, esse sentimento alegra Deus, essa disposição que nos leva a uma ação mesmo, essa motivação de fazer pra dar certo mesmo tudo dentro gritando que vai dar errado, é isso que Deus honra, e esse tipo de medo o amor mantém, por que é moderação, é motivação, talvez só por causa dele as nossas ações são pensadas, e somos um pouco conseqüente nas nossas atitudes.